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Sede da vela na Rio 2016 será núcleo de base para formação de talentos

Atualizado: 25 de fev.




A CBVela - Confederação Brasileira de Vela e Governo Federal firmaram uma parceria para apoiar a preparação de todas as equipes brasileiras da modalidade em suas categorias de base.


Sede da Rio 2016 e de outros grandes eventos da vela, a Marina da Glória, na capital fluminense, receberá 30 adolescentes entre 13 e 17 anos, que serão convocados para integrar as seleções para os principais campeonatos como Mundial da Juventude da World Saling.


O projeto, que entrou em vigor em dezembro de 2021, pretende que os jovens atletas se aperfeiçoarem na modalidade, com o propósito de levá-los ao alto-rendimento, incluindo participações em classes olímpicas e pan-americanas. O valor do investimento é de R$ 582.641,28 mil e o período de execução é de 13 meses.


A vela é uma das modalidades mais vencedoras do esporte olímpico brasileiro. Soma 19 medalhas nos Jogos, incluindo nove de ouro. O País sempre está entre as potências em Jogos Pan-Americanos, com 63 medalhas ao todo, e conta com diversos campeões mundiais, com mais de 80.


Entre os jovens, ganhou títulos de expressão como o ouro de Martine Grael e Kahena Kunze no Mundial da Juventude de Búzios 2009 na classe 420 e o inédito primeiro lugar na Optimist no ano passado com Alex Kuhl, no Lago de Garda, na Itália.


''Estamos muitos contentes e entusiasmados pela parceria com o SNEAR! Este tipo de projeto é fundamental para o desenvolvimento com qualidade dos atletas da vela, que muitos deles serão os principais nomes das equipes olímpicas de vela de Los Angeles 2028 e Brisbane 2032'', comentou o gerente técnico da CBVela, Juan Sienra.


A CBVela também em 2021 assinou sua filiação na Rede Nacional de Treinamento com objetivo de criar um caminho para o atleta desde a sua entrada na modalidade até chegar ao topo do alto desempenho.


Na vela jovem, as categorias mais praticadas são Optimist, dos 7 aos 15 anos, 420, 29er e Laser. Todas versões 'mais leves' das classes utilizadas nos calendários dos Jogos Olímpicos, por exemplo.


Foto: Cavalcanti / BR Marinas.