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Brasileiros brilham no Sul-Americano de Op


A garotada do Brasil deu show no Campeonato Sul-Americano de Optimist 2023, realizado em Paracas, no Peru.


Nesta sexta-feira (21), Arthur Back e Joana Freitas, ambos de 13 anos, mais uma vez, gravaram os nomes na história da classe internacional.


Arthur foi bicampeão Sul-Americano, enquanto Joana ficou com a prata no geral e o bicampeonato feminino. Ambos repetiram os resultados da edição do Rio de Janeiro em 2022. A Equipe Brasileira de Vela também garantiu a medalha de ouro na Flotilha Prata e a de prata e de bronze na disputa por equipes.


Além dos títulos, os brasileiros asseguraram posições importantes no Sul-Americano. Foram seis velejadores no top 10, dez atletas entre os 20 melhores e 14 no top 30 geral. Com início na segunda-feira (17) e término nesta sexta-feira (21), feriado de Tiradentes no Brasil.


A competição internacional foi finalizada com dez regatas disputadas, em uma raia de 143 atletas. Os brasileiros superaram ventos fracos, médios e com forte intensidade durante a semana.


Além das condições climáticas, Arthur e Joana venceram competidores da Argentina, Chile, Equador, México, Peru, Porto Rico, Estados Unidos, Uruguai e Venezuela.


''O campeonato foi muito bom, mas desafiante! Enfrentamos várias condições de vento e estou muito feliz de conquistar o título. Queria muito ganhar meu bicampeonato e agora que consegui, a felicidade é muito grande'', afirmou Arthur Back, bicampeão do Sul-Americano de OP.


Os primos Arthur Back e Joana Freitas são treinados no Iate Clube do Rio de Janeiro (ICRJ). O próximo desafio de Arthur será pela segunda vez o Mundial de Optimist, em junho, na Costa Brava, Espanha. A jovem Joana vai representar o Brasil no Campeonato Europeu, em julho, na Grécia.


''Gostei muito do Sul-Americano. Foi um campeonato muito bom e satisfeita com a medalha de prata no geral. As regatas foram boas e consegui meu bicampeonato no feminino, com muito esforço cheguei mais um vez no título!'', finalizou Joana Freitas.


A flotilha verde e amarela foi representada por Felipe Vicente, Uma Creixell, Antônia Gick, Eduardo Backheuser, Ricardo Backheuser, Vitória Viegas, Pedro Koch, Maria Brum, Enzo Ricardi, Bruno Moraes, Breno Ramos, Renato Lunetta, Juliana Bastianelli, Zion Brandao, Henrique Penna, Laura Neves, Arthur Back, Felipe Lucena, Henrique Lucena, Felipe Strassburger, Lara Candemil, Henrique Tannous, Théo Sartor, Joana Freitas, Manuel Bragança e Miguel Koch.


A equipe foi treinada por Filipe Novello, Alexandre Paradeda e Átila Pellin, com o chefe de equipe Caio Soares.


Apoio à vela Jovem


A vela brasileira tem como destaque o Núcleo de Base do programa da Confederação Brasileira de Vela - CBVela junto ao Ministério do Esporte pelo Convênio 920223/2022.


O projeto ajuda no fomento à modalidade desde o ano passado. Sede da Rio 2016 e de outros grandes eventos da vela, a Marina da Glória, na capital fluminense, recebe adolescentes entre 13 e 17 anos para treinos visando eventos nacionais e internacionais da Vela Jovem. Outros campings de treinamento foram realizados no Clube Naval Charitas, em Niterói (RJ).


O trabalho leva jovens atletas a se aperfeiçoarem na modalidade, com o propósito de levá-los ao alto-rendimento, incluindo participações em classes olímpicas e pan-americanas.


Sobre a CBVela


A Confederação Brasileira de Vela (CBVela) é a representante oficial da vela esportiva do país nos âmbitos nacional e internacional. É filiada à Federação Internacional de Vela (World Sailing) e ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB).


A vela é a modalidade com o maior número de medalhas de ouro olímpicas na história do esporte do Brasil: oito. Ao todo, os velejadores brasileiros já conquistaram 19 medalhas em Jogos Olímpicos.


Foto: Matias Capizzano

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